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9.6.05
14:57

A relação secular entre o homem e os animais de estimação é considerada uma das mais amistosas. Seja cão ou gato, o animal sempre está ali, seduzindo o dono com seu olhar carente por afago e sem exigir nada em troca. Algumas pessoas desvirtuaram o uso dos animais, e existem casos em que algumas senhoras viúvas, de idade já avançada e matando cachorro a grito, compram exemplar de raça de grande porte, sempre atentas ao tamanho da língua do cachorro, e usam o coitado para prestar serviços de lambidas na xavasca, pois uma linguada na cavernosa rejuvenesce o mais idoso dos seres.

O macho que não curte o cunilíngua do cãozinho também pode usufruir das benesses caninas. Acariciar seu cão melhora a saúde do homem, relaxa a tensão e reduz o índice de doenças cardíacas, concluiu certa pesquisa. Infelizmente as autoridades locais não têm faro para o caso e estão fazendo cachorrada com esses animais. Penso que o prefeito não deve ter animal em casa, pois tratar o animal como a prefeitura está fazendo é sacanagem, e sacanagem animal é perversão sexual.

É que em Belo Horizonte, até alguns dias atrás, os animais de rua ainda eram capturados e exterminados cruelmente. Uma vez conduzido ao canil de extermínio, fica sem água nem comida por três dias e três noites, para formar volume e ser mais econômico. Em seguida é fechado na câmara de gás e morre sufocado pelo excesso de monóxido de carbono vindo do escape produzido pelo motor de um fusca. Os corpos são amontoados, jogados numa caçamba e levados para o aterro sanitário municipal, numa espécie de holocausto canino que acaba com a vida de 115 animais por dia só em BH.

A câmara de gás não é mais utilizada, mas a captura ainda é cruel e primária, da mesma forma que os monarcas mandavam fazer em 1836, através de um gancho chamado cambão. A força usada no processo pode até quebrar a coluna, o pescoço ou a mandíbula do animal capturado. Em vez de matá-los dentro da câmara, agora é aplicada uma injeção letal, que executa o animal em poucos segundos, sem fazê-lo sofrer. Seja rápida ou lenta, morte é morte, e morrer rapidinho não resolve o problema, ladram os ambientalistas.

O paradoxo é que a câmara de gás fica no Centro de Controle de Zoonoses, no bairro São Bernardo. Logo São Bernardo, cão que se tornou símbolo da Cruz Vermelha Internacional, por saber levar remédio e água aos humanos feridos em guerra. Em vez de língua, o homem está merecendo é tomar uma mordida no rabo, não tá não?

A matança dos animais é justificada pelos mandatários devido ao medo da Leishmaniose Visceral Canina, uma doença horrível que é transmitida ao homem pelos animais e tem constante incidência em moradores de cidades cujo desenvolvimento é acelerado, como a capital do pão-de-queijo. Mas os ambientalistas têm razão em discordar: cerca de 95% dos animais assassinados são saudáveis e inofensivos.

Dar esse tipo de tratamento aos animais é crime, com pena de até um ano de reclusão. A forma correta e inteligente de tratar a questão é esterilizar os animais de rua, evitando a superpopulação. Durante toda a vida, uma cadelinha pode gerar até 67 mil descendentes diretos e indiretos. É mais barato esterilizar do que sair matando cachorro, e haja gente pra tanta linguada.

Engrosso o coro dos revoltados, não por usar dos feitos lingüísticos caninos, mesmo porque minha cadela tem uma língua que eu mesmo quase nunca vejo, de tão pequena. E não sou exceção nessa campanha: cerca de 227 ongs estão lutando pela salvação das almas dos animais de companhia e 91% das pessoas são contra o extermínio indiscriminado de cães e gatos. Os incríveis 9% que são favoráveis merecem a focinheira instalada na matraca.

Dizem que cachorro nem gato têm alma. Com tanto maldade, é o homem que tem?
goze aqui! - Dado

2.6.05
14:09

Nada melhor do que ver uma putaria acontecendo sem ser notado. O vouyerismo é atividade adorada por muitos, e a imprensa é talvez a maior admiradora dessa sacana arapuca. O povo adora ver alguém com a boca na butija - óbvia associação da maracutaia ao sexo oral.

As ruas são locais de constante sexo explícito. Durante as noites, os gatos deixam de ser os atores sexuais solitários e ganham a companhia de pessoas sedentas pelas penetrações das falangetas ou até mesmo do dito cujo - o mastro - para os mais audaciosos. Eficiente, nosso prefeito, Fernando Pimentel (PT) instalou no centro da cidade 72 câmeras de vídeo para monitorar toda a região, visando redução da violência, nas palavras burocratas dos políticos. Claro que é puro apego sexual, afinal aonde já se viu no Brasil gastar R$1,2 milhão em benefício do povo? Só com coito mesmo.

Como o Zé Simão afirma diariamente, aqui é o país da piada pronta. Foi identificado que as câmeras foram compradas de forma ilegal de uma empresa fantasma, ou seja, o sistema de segurança já começou esporrado. Todo o equipamento teria sido contrabandeado, as notas são frias, o fornecedor não é autorizado do fabricante, enfim, um trepa-trepa financeiro que visava favorecimento de alguém.

Pena que pegar um anônimo fazendo peripécias com a mão naquelas partes cabeludas seja fato raro, a não ser que você seja costumeiro bisbilhoteiro de portas cerradas e fechaduras vulneráveis. Portanto, o melhor mesmo é pregar a peça nos políticos e espertalhões de plantão, que estão sempre aptos a gozar com/na cara do povo. A mídia adora esse tipo de porra-grossa.

O governador tucano de Rondônia, Ivo Cassol, foi outro que soube muito bem usar dos prazeres do vídeo. A imagem dos deputados cobrando propina do governador para receber apoio na Assembléia é digna dos filmes pornôs mais ativos (sic) e pode evitar que sua carreira política vire uma sopa fecal. A mesa de Cassol era palco constante de ménage-à-trois, e o clímax dos diálogos era vindo de uma deputada que já foi até vice-prefeita. Além do pinto, as mulheres também curtem dinheiro, e deputadas não são exceção à regra. Ellen Ruth, a deputada sedenta pelo falo em forma de dinheiro, não se preveniu com a camisinha política. "Caí numa arapuca" - ela afirma. Ela deve ter menstruado pelo cérebro - eu afirmo. Esse picadeiro está em investigação e pode resultar na cassação do mandato de vários deputados e também do governador.

Sonho em trabalhar com monitoramento de câmeras. Fico imaginando a visão de todo mundo, os putos, as porcas, pervertidos, pedófilos, bolachas, punheteiros e pederastas vasculhando suas intimidades em close para meus olhos digitais. Claro que, aliado ao fato em si vou tocando minha punheta para não perder o costume. Realmente eu gozo com o gozo do outro. É a minha teoria da porra feliz.

As câmeras exercem tanto fascínio que até em Cannes elas estavam presentes. Se algum artista ou cineasta enrabar o outro, alguma cavidade vaginal seja arrematada ou mesmo o cu de alguém seja alvo da rola - nada disso escapa do olho atento das câmeras francesas. Afinal, não é todo dia que se vê uma pica famosa ou uma buceta das artes. O máximo que eu vi foi aquela loira do reality show globesco escovando os dentes com água de bunda. Imagino o que a escrota usou como fio-dental.
goze aqui! - Dado

16.5.05
18:57

Algumas regiões de Belo Horizonte foram alvo do ataque de exemplares de aranhas Loxosceles, a aranha marrom. Todos sabem dos malefícios oriundos da imprensa marrom, mas é preciso atento para a marronzice desse tipo de aranha visualmente inofensiva, que mede apenas três centímetros, mas tem um veneno que pode levar à morte. Uma aranha mafiosa, como todas.

O ataque da pequena provoca necrose dos tecidos, ou seja, sua pele de pêssego vai simplesmente ficando podre. Essa pequena vagabunda pica e faz com que seu veneno inicie um processo inflamatório no local, acompanhado de edema e posterior hemorragia, ou seja, uma desgraça. Todo ano são registrados mais de dois mil casos de picada dessa pequena infante, uma verdadeira praga.

Elas ficaram 88 anos reclusas em seu habitat natural, cavernas situadas nas redondezas da capital mineira. Com o desmatamento insano provocado pelo seu maior predador, o homem, a aranha decidiu dar as caras nas áreas urbanas, gerando uma espécie de revolução dos bichos, pegando o título de George Orwell. De forma estratégica e meticulosa, como sempre pensam, as aranhas escolheram áreas nobres da cidade para assustarem os moradores. Serra, Cidade Jardim e Belvedere foram alguns dos bairros cuja presença das aranhas foi detectada. Como se trata de área nobre, torci para que o rabo de algum abastado político nepotista fosse alvo da picada do aracnídeo.

No ano passado foram identificados 3.724 acidentes como esse somente em Curitiba, outra cidade também conhecida pela sua população enriquecida. Eu sabia que ia chegar o dia em que desgraça pouca não seria privilégio de pobre, mas jamais pensei que o agrado viria pelas teias das Loxosceles, a perigosa aranhazinha bege. Pena que a picada dessa aranha é indolor, mas o veneno mata que é uma beleza. Tão malvada que até hoje não há vacina contra o veneno.

As aranhas são extremamente estratégicas e perfeccionistas; devem ser do signo de Libra. Sua teia é formada por ligações de pontes de hidrogênio, uma primazia da química. A principal função da seda para a fêmea é a construção do estojo ovígero sedoso, um útero vulgar. No macho a seda funciona como meio de transporte do sêmen, o que dá a aranha-fêmea a porra quase em dutos, o que eu dei o nome de Porrabrás, caso fosse estatal. Posteriormente privatizada pela política neoliberal, a empresa ganharia o nome de Porra do Brasil S/A.

Quando os egípcios não libertaram os hebreus, foram arduamente castigados por Deus, que infestou suas casas com aranhas-do-vento. São aquelas aranhas do deserto, que correm como o Schumacher e comem feito a Magali. Elas são carnívoras, suas mandíbulas são cavalares comparadas ao seu corpo, podendo chegar a 1/3, as maiores de todo o reino animalesco. De tão brutas, elas são capazes de comerem as próprias parceiras, isso logo depois do seu nascimento, num ato explícito de lesbianismo pueril, dando surgimento à expressão "colar o velcro". Fiquei sabendo que uma grande concentração dessas foi encontrada sábado último no show da Ana Carolina no Scannia Hall. A conferir o veneno.

Os cientistas ainda não desvendaram o mistério da composição da teia de aranha. A tenacidade, resistência mecânica e elasticidade dá ao material características inusitadas. Tem gente que acha que um pau estica muito. Fiquem sabendo que o nylon estica 20% do seu comprimento sem se romper, e a teia estica 40%. O fio tecido pela aranha é mais fino que um fio de cabelo, mais forte que o aço e mais leve que o algodão, e nem toda aranha tece teia - tenho dito.

E veio o homem reproduzir no cinema a vida das aranhas. Megalomaníaco, o maior sucesso sobre as meninas chama-se "Homem-Aranha", o filme. Peter Parker, um estudante bocó, é picado por uma aranha, desenvolve poderes aracnídeos e protege a população estadunidense dos malfeitores locais. O personagem foi interpretado por Tobey Maguire, que sabe como ninguém interpretar bocó. Ele nunca tinha lido nenhum gibi do herói. Leonardo DiCaprio, outro bocó, foi candidato a representar o Aranha. Há de se perguntar a Gisele se o rapaz sofre de aracnofobia.

A poderosa teia foi usada para brecar um trem no segundo filme da série. As aranhas retratadas pelos americanos fogem da realidade, obviamente. Os números da vida das aranhas da ficção são sempre avultados. Um gibi original do Homem-Aranha custa a bagatela de US$ 72 mil; o filme faturou 820 milhões em todo o mundo; cada roupa do Homem-Aranha custa 100 mil dólares; durante as filmagens foram tiradas mais de 23 mil fotografias. E não acaba por aqui: a terceira parte do filme estréia em maio de 2007.

Mas pra que existem as aranhas? - eu me pergunto. Para equilíbrio ecológico, respondem os biólogos. Equilíbrio só se for pra eles, porque eu não preciso de nenhuma aranha pra viver. As mais perigosas são as pequenas. Aranhas de grande porte geralmente são inofensivas e só assustam pelo tamanho. O veneno está nas pequenas, daí o ditado que diz que os maiores venenos vêm nos menores frascos. Bom, o ditado não vem daí, mas fodam-se as aranhas - e isso elas já fazem bem - e os ditados.

Além do homem, outro grande inimigo da aranha é o ácaro, que também é uma espécie de aracnídeo. Aliás, é difícil encontrar alguém que realmente goste delas. Até os ditadores eram contra as aranhas. Numa manhã de julho de 1961, uma esquadrilha da Força Aérea Brasileira deslocou-se da base de Santa Cruz para destruir um ninho de aranhas. Chegaram na Baía de Guanabara e tacaram bombas incendiárias. Peripécias da teia política de Jânio Quadros.

Os pentelhinhos das caranguejeiras são urtificantes, ou seja, ardentes, mas ela não é capaz de fazer mais nada além disso. Algumas são tão boçais que são mantidas como animais de estimação - pasmem. Animalzinho sem graça esse, viu. Elas têm oito pernas, são mais de cinqüenta mil espécies, e pior que a fêmea é o macho, que de macho não tem nada. O fresco deixa-se matar após copular com a fêmea. A submissão também é presente no reino animal, mas esse lance da fêmea matar o homem não está certo. Afinal, nenhuma sociedade inteligente vive sem uma boa picada, não é mesmo?
goze aqui! - Dado

9.5.05
17:21

A amargosa poetisa Clarice Lispector, em seu conto "O ovo e a galinha", já havia dado destaque há tempos para a vida chocadeira. Desta vez o realce veio por parte dos economistas. Segundo eles, a coitada da galinha, além de dar conta da prática fodal com o galo, agora também responde pelo gouro nas finanças. Tudo bem que de economia e de punheta muita gente brada, mas poucos são os reais entendedores. Os economistas confundem felação com cifrão e acabam se vendendo por insossos momentos masturbatórios. Limpam as mãos e enfiam nas penosas a culpa pelo aumento da inflação.

Pra quem já viu uma trepa entre os pares galináceos, deve ter noção do que sofre a franga. A liga porra-pena não deve ser das mais táteis, e o comportamento do macho depois do ápice da cópula é coisa que não se vê normalmente em ser humano nenhum. A crista toma medidas abissais, os olhos adquirem formas anormais e o danado pensa que baixou a Fênix. Eu tenho pena.

A natureza é sábia e sem recompensa é que a ave fêmea não ficaria. Como pagamento em prol de todo sofrimento, ela acabou dominando o pinto. Ganhou o status de mãe do famigerado, o domina e dá ordens a torto e a direito. Ainda torto, por ora acabrunhado, a mãe aceita a rola no aconchego de suas asas. Aprumado, o futuro pinto cisca em busca de uma xana púbere.

O cacarejo da área econômica é de que o aumento de 25% no preço dos ovos tenha gerado um movimento friccionista, fritando os números e fazendo com que a inflação do mês passado aumentasse feito omelete. Os vegetarianos defendem as galinhas, mas desse jeito não dá. Andando pelas ruas, o que mais se vê são penosas, mas elas não foram profissionalmente capazes de abrir o rabo mais vezes e ferver a botar ovos. Início do ano é época das moçoilas trocarem de pena, a entressafra, o que as torna pouco férteis. A Quaresma ajuda a desovar a produção das granjas e aumentar a demanda, elevando os preços na mesma proporção. O pior mesmo é que brasileiro não tem costume de comer ovo. Estranho, pois é sabido que o prato sucesso entre as noivas é composto por dois ovos acompanhados de lingüiça; que certos políticos ajudam no consumo ao terem a face como alvo de ovos revoltados; que alguns rapazes tomam a ovada por trás; que velhinhos usam na gemada e mulheres na gemida, mas no frigir dos ovos não conseguimos nem chegar perto das 200 unidades per capita recomendada pela Organização Mundial da Saúde. A situação ovípara é tão calamitosa que qualquer pseudo-país da América Latina põe mais ovo pra dentro do que nós. Estou disponível a levar o consumo de ovos adiante. Dôo meus dois pra quem tiver faminto; de inanição é que ninguém vai morrer. Se morder, o galo solta esporada.

Se o ovo sai do rego da fêmea do galo, talvez devesse entrar no rego de alguém para elevar o consumo. São 18 bilhões de ovos que o Brasil bota anualmente, pintando mais dois bilhões de dólares na conta da nação. Imagine o alvoroço que causaria a injeção de mais de cem ovos por ano no seu esfíncter, o que daria numa intromissão anal a cada três dias.
Outra solução seria a substituição do recheio do ovo. Sugiro trocar gema e clara pela porra simples e bruta. Garanto que países espertos como a Holanda iriam importar quantidades cada vez maiores, e certamente haveria uma fidelização do cliente interno. Esse é o tipo de solução que alguns chamam de "ovo de Colombo".
goze aqui! - Dado

5.4.05
14:39

Além de belos machos e fêmeas, objeto de várias punhetas, o Brasil tem se mostrado também um grande exportador de doces e balas. A febre de exportação atingida nesse Governo Lula fez com que o mercado externo demandasse ainda mais dos nossos docinhos. Nesse segmento, o produto mais exportado foi a bala Chita, companheira de nossas primeiras bronhas. As quinze toneladas de balas fabricadas todo dia não estão sendo suficientes e a empresa fabricante, Santabina Alimentos, decidiu que não irá mais atender ao mercado interno brasileiro. Pelo menos por enquanto.

A bala, que tem uma macaca sorridente na embalagem, é exportada com a inscrição fat free. Como no Brasil tudo é uma punheta só, a lei que exige esse tipo de informação ao usuário nacional só entra em vigor por aqui em 2006. Até lá vamos enchendo a pança de gordura vegetal hidrogenada, cotidianamente condenada por nutricionistas devido ao aumento do colesterol ruim.

Em vez de escangalhar seus mastros, americanos, libaneses, canadenses, senegaleses, sul-africanos e até mesmo os falicamente desfavorecidos japinhas estão comprando todas nossas balas da macaca, numa espécie de complô universal.

Em 1945, quando Vargas e Jânio Quadros descascavam compulsivamente suas bananas populistas, surgiam as balas mastigáveis. Oportunamente, era época febril do filme "Tarzan", estrelado por Maureen O'Sullivan, que dizia adorar balançar nos galhos das árvores com Chita, a macaca. Mal sabia ela que banana mesmo Chita não tinha, e ambas estavam em busca do mesmo alimento. Como coceira desse tipo acalma mas não passa, não demorou que Maureen fosse penetrada por outra banana e desse origem à famosa Mia Farrow.

Objetos fálicos como a banana geram tanta birra que certa vez a empresa Santabina quase quebrou. Os herdeiros entraram em desacordo sobre a sociedade do negócio: uns queriam a glande, outros o prepúcio, por ora alguns até preferiram a trolha propriamente dita. Consenso chegado, o empreendimento bananal ia de vento em popa, mas ao contrário do que parece as balas não eram de banana, e sim de abacaxi, e as pessoas clamavam pelas balas de banana. Usando do burdo do dinheiro conquistado graças ao diabetes estrangeiro, os empresários enveredaram para o ramo da veadagem, criando os sabores framboesa, uva e a dita cuja banana. Ousando ainda mais, uma tal embalagem metálica Chita Fresh foi criada, o dono da empresa fez um curso de especialização em marketing e ficou criando estratégias de fruta para tentar enganar o brasileiro ávido pelas pelotas de açúcar originais, visto que estão mesmo em falta. Decidiram dar um tempo ao mercado interno e atendem agora prioritariamente às bocas de outros países. Sem bala pra chupar, agora passo o tempo a descascar a banana. Como Vargas.
goze aqui! - Dado

3.4.05
17:02

Três copos de Coca-Cola tomados e agora entro para a blogosfera. Definitivamente, creio que domingo não seja o melhor dia para começar isso, ainda mais numa época em que alguns dos blogs que conheço simplesmente fizeram como o chefe papal, foram dessa para outra melhor.

A instabilidade faz com que eu mal saiba quanto tempo isso vai durar, se é que dure. Como aqui o dono sou eu, escrevo o que quiser e não me sentirei obrigado a satisfazer nenhum interesse. Conceitos, pré-conceitos e pós-conceitos fazem parte desta casa, portanto tome cuidado com sua interpretação.

Por enquanto não interessa quem eu sou. As características vão se transparecendo com as linhas. Saiba que não sou alguém que presta, e não espere ler aqui pérolas da língua tupiniquim. Até eu que sou um asno em computação sei que ali em cima existe um botão com um xis que serve para fechar as janelas que não se quer ler mais.

Minha ignorância assumida fez com que eu recorresse ao sempre cortês Lú Sgmed para ajudar-me a colocar o endereço em plena harmonia e funcionamento. Qualquer elogio nesse sentido deve ser redirecionado a ele, que é um digno representante da gentileza masculina.

Em forma de agradecimento a ele e a todos que por aqui passaram estourando o cabaço literário, me sinto na obrigação de executar a tarefa sentido do blog: punheta neles.
goze aqui! - Dado